sábado, 28 de maio de 2016

INHOTIM

GALERIA  MIGUEL DO RIO BRANCO

O primeiro contato que temos com essa galeria dentro de Inhotim é quando vemos a ponta de sua fachada "saindo" por entre as inúmeras árvores dos jardins. A diferença entre a estrutura de aço usi sac com o espaço em sua volta  é clara e acredito que devido a isso a imersão do observador passa a ser muito mais profunda.

A exposição (fixa) que existe nessa galeria consiste de fotos do Pelourinho na década de 70 e algumas imagens mais recentes com conteúdo mais contemporâneo. Pela diferença entre esses trabalhos há uma divisão dos espaços nos dois andares dessa galeria.


No subsolo as fotos do bairro histórico do Pelourinho em Salvador são expostas representando a decadência e a vida das pessoas que vivem e permeiam aquele local. Devido a esse conteúdo mais triste de uma realidade precária existente em uma região do Brasil, a conexão com o resto do ambiente se faz quase por meio de uma antítese. Em nossa visita foi até cômico uma conversa que ouvimos entre um grupo de idosas que estavam no local, em que se perguntavam o intuito de uma exposição em que se representava algo tão "feio" em um local tão bonito como Inhotim.
Um problema que dificultou a visualização das imagens foi a iluminação precária e a forma como os vidros refletiam a luz. 


Já no 2º andar existem vários espaços. Um deles é um vídeo do Pelourinho que comunica com as imagens do subsolo, dando outra perspectiva do local mostrado. As exposições "Diálogos com Amaú", "hell's diptych", "Tubarões de seda" e "Arco do triunfo" dividem um segundo espaço, porém não se relacionam. 

Mas uma coisa que muda a forma de análise desse 2º andar de exposição é o som. Músicas, gemidos, e gravações do Pelourinho são alternadas gerando diferentes sensações para aqueles que estão ali. Dois poréns negativos da exposição é a ordem como deve ser feito o percurso (devendo começar de baixo para ir ao 2º andar) e as plaquetas de informação das obras. Devido a esse fatores a organicidade e liberdade de experenciar as obras é afetado drasticamente, gerando uma conformação e uma ideia pronta daquilo que você verá naquele espaço.




PARQUE DAS MANGABEIRAS

PEDRAS DO MIRANTE



SOBREPOSTO

SEMINÁRIO DE INTERAÇÃO 

Na proposta de expandir os nossos conhecimentos sobre design interativo foi proposto a realização de um seminário em sala onde os grupos de alunos levariam 2 trabalhos voltados a esse tipo de proposta interativa. Foi assim que escolhemos o trabalho da japonesa Seiko Mikami, "Desire of Codes" e a e instalação do inglês Usman Haque, "Primal Source".

O projeto "Desire of Codes" consiste no uso de diversas câmeras que, colocadas dentro de um galpão, são utilizadas para "seguir" a pessoa que está no local fotografando e filmando. Em seguida, essas imagens, junto com outras obtidas de diversas câmeras espalhadas em cidades do mundo todo, são projetadas em uma tela. A ideia dessa intervenção critica de certa forma a extrema vigilância nos centros urbanos e a falta de privacidade das pessoas.



A instalação em si parece algo bem interessante, porém a interatividade é bem restrita. A pessoa tem um pequeno interesse  ao chegar no espaço e observar as câmeras indo em sua direção e fica apenas nisso, não ocorre uma desenvoltura de um novo processo interativo.

Já o trabalho do inglês consiste de uma instalação em uma praia em que imagens projetadas são modeladas a partir das mudanças nos sons feitos pelas pessoas que estavam no local.

As pessoas então passam a interagir entre si tentando formar diferentes padrões nas projeções feitas sobre a água, que serve como projetor. Porém, depois de um tempo, com a acumulação de pessoas a instalação perde um pouco sua "beleza" pois o ambiente se torna desagradável com muita gritaria, afastando os espectadores do local.



quinta-feira, 26 de maio de 2016

PARQUE MUNICIPAL




representacão e experiência presencial

Antes de irmos ao parque municipal foi pedido para observarmos o parque e seus arredores pelo google street view. Há alguns pontos positivos e negativos na forma de visualização do espaço tanto no computador como presencialmente. Começando com a visualização virtual, acredito que seu principal valor seria a possibilidade de observar as mudanças que ocorreram nos locais através de uma ferramenta de linha do tempo e a capacidade de se ter uma maior noção de localização. Por outro lado, o que é percebido com os outros sentidos, além da visão, ficam prejudicados, não há mudanças climáticas, não a percepções sonoras... Já a experiência presencial é muito mais rica no sentido de pertencimento ao espaço, a pessoa se encontra inserida naquele local e passa a ter percepções muito mais sensitivas.
CROQUIS PRAÇA DA LIBERDADE



CROQUIS ESCOLA DE ARQUITETURA




domingo, 15 de maio de 2016

FOTOS, VÍDEOS E CRÍTICA AO OBJETO INTERATIVO

















Crítica ao objeto da colega Luiza Fattini:

O objeto apresenta uma interação reativa, apresentando as respostas dos LED's de acordo com a sua mudança de posição. Sua interface, apesar de atrativa e diferenciada, não permite uma grande possibilidade de mudanças na interação, uma vez que a pessoa ao interagir com o objeto tentará mudar sua posição para fim de acender as luzes somente. Por essa limitação de uso não vejo possibilidade de uso coletivo ou uma interação entre pessoa1-objeto-pessoa2.